Sintomas de uma úlcera no estômago

6 de dezembro de 2018
Seu organismo precisa de um equilíbrio emocional e físico. Ainda que você não acredite, o estresse é um dos causadores mais comuns da úlcera no estômago.

Uma alimentação muito ácida, uma dieta incorreta e fatores como o estresse ou a ansiedade podem causar úlcera no estômago. Esta é uma realidade bastante comum na atualidade, devido aos nossos hábitos de vida – às vezes negativos. Confira!

Aprenda a reconhecer os sintomas de uma úlcera no estômago

Em muitas ocasiões, não prestamos atenção nas coisas que acontecem em nosso corpo. Às vezes, a pressão diária, as obrigações e o dever familiar ou do trabalho, nos fazem ignorar realidades sobre o que ocorre conosco.

Comemos mal e com pressa, deixamos que o estresse interfira em nossa vida sem dispor de instantes de calma nos quais podemos ser nós mesmos e não aproveitamos aquilo de que gostamos.

Nosso organismo reclama de um equilíbrio emocional e físico, por isso sempre devemos nutri-lo adequadamente.

Você sabia que, por exemplo, nosso sistema digestivo é quem mais sofre com os efeitos negativos do estresse e da ansiedade? Costuma-se dizer que ele atua como nosso segundo cérebro, por isso é o mais prejudicado, e as úlceras passam a ser precisamente um dos efeitos mais comuns. Vejamos agora seus principais sintomas.

1. Atenção às dores abdominais

Especialmente aos incômodos concentrados no abdômen e nas regiões entre o esterno e o umbigo. Podem ser dores breves de maior ou menor intensidade. Você já observou, por exemplo, em que momentos essa dor costuma ser mais intensa? A resposta para essa pergunta é, certamente, principalmente quando o estômago está vazio, justamente entre as refeições.

Sentimos uma dor ardente que queima. É verdade que um antiácido pode aliviar, mas é muito característico sentir estes incômodos à noite ou simplesmente quando sentimos fome.

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2. Pequenos sintomas presentes no quadro de uma úlcera estomacal

Em algumas ocasiões, podemos apresentar um dos sintomas mais frequentes, mas com o tempo essas sensações leves podem se tornar persistentes e até piorarem progressivamente e podemos padecer de todas elas ao mesmo tempo. Devemos considerar e dar atenção, principalmente, na frequência dos seguintes sintomas:

  • Muitos gases e arrotos;
  • Falta de apetite e perda de peso;
  • Sensação de ficar estufado depois de comer e dificuldade para ingerir líquidos. Beber um copo inteiro de água é difícil, por exemplo;
  • Esgotamento e cansaço diários;
  • Náuseas matutinas e sensação de mal-estar.

3. Sintomas de uma úlcera grave

Também é preciso considerar os casos em que os sintomas nos advertem sobre uma úlcera grave. Dessa forma, as características consideradas graves e que devem nos convencer de procurar um médico são:

  • Fezes escuras, com rastros de sangue;
  • Vontade de vomitar diariamente… angústia persistente que, às vezes, termina com um vômito acompanhado de um pouco de sangue.

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Dicas alimentares para tratar a úlcera no estômago

A alcachofra pode ser benéfica para a úlcera no estômago

Antes de mais nada precisamos considerar todos os alimentos que podem nos fazer mal. Seja direta ou indiretamente, existem componentes que, como o sal, são capazes de nos causar problemas como a hipertensão ou inflamações que, de um modo ou outro, afetam nossa úlcera.

Sendo assim, além do tratamento prescrito pelo médico, também existem outras possibilidades de complementá-lo.

Alimentos não recomendados

  • Evite o sal e o açúcar;
  • Os doces também não são benéficos, incluindo guloseimas;
  • Substitua a farinha branca pela integral;
  • Melhor limitar ou evitar o consumo de refrigerantes açucarados e inclusive sucos prontos, já que só contêm vitaminas e muito açúcar;
  • Limite o consumo de café e evite o álcool;
  • Os lácteos não são recomendáveis;
  • Evite comer vísceras, tais como rins e coração de diversos animais;
  • Os alimentos salgados e em conserva não são boas opções em casos de úlceras estomacais.

Alimentos recomendados

As chamadas verduras alcalinas são estupendas, tais como as alcachofras, o espinafre, o alho-poró, a abobrinha, a couve, o salsão, a endívia, o champignon, a alface, a abóbora, a couve-flor, a couve lombarda.. Além disso, também não devemos nos esquecer de especiarias muito recomendáveis, como o orégano, por exemplo.

Opte também por infusões como as de menta, melissa, alcaçuz e tomilho, pois são muito digestivas, suaves, protetoras e anti-inflamatórias. Podemos tomá-las duas vezes ao dia depois das refeições, preferentemente mornas, elas ajudarão a se sentir melhor. Também é possível adicionar um pouquinho de limão, que, embora sendo cítrico e ácido, normalmente atua como um bom protetor.