Os riscos de acidentes nas férias. Como evitá-los?

29 de julho de 2019
Os acidentes mais comuns na água são afogamentos, portanto é necessária extrema cautela, especialmente no caso das crianças.

Ao sair de férias e ir à praia ou para as montanhas, por exemplo, devemos levar em conta algumas dicas para evitar os riscos de acidentes mais frequentes. Confira as melhores sugestões.

Os riscos de acidentes no caminho para a diversão

O risco de sofrer acidentes, não existe somente ao viajar, mas também ao fazer atividades ao ar livre ou ao querermos experimentar coisas novas durante nosso tempo livre.

Em primeiro lugar, falaremos sobre o tipo de acidente mais comum: o rodoviário. Os acidentes de carro, podem provocar:

  • O whiplash cervical ou “golpe de chicote” é uma condição típica que causa lesões.
  • Ao viajar, além de usar o cinto de segurança, deve-se colocar o apoio de cabeça corretamente. Por isso, a parte superior do banco deve estar no mesmo nível do topo da cabeça.

Recuperar o tempo perdido

Mulher reclamando de uma lesão no pé

25% das lesões musculares durante as férias tem origem na falta de preparo físico. Este preparo insuficiente inclui o aquecimento inadequado ou inexistente antes de iniciar qualquer atividade esportiva. Outros 25% são derivados de sobrecarga muscular ou fadiga extrema.

Além disso, com o bom tempo, há muitas pessoas que querem fazer em uma semana todo o exercício que não praticaram em um ano. O corpo humano não funciona dessa maneira. Os avanços em qualquer atividade física devem ser progressivos.

Por isso, torções ou rupturas musculares são comuns em casos onde a pessoa decide percorrer longas distâncias de um dia para o outro. O mesmo vale para pessoas que se matriculam em academias e iniciam séries de levantamento de peso fortíssimas ou esportes de alto impacto, como o CrossFit.

A recomendação para evitar males desnecessários é conduzir as coisas de forma mais lenta. Ninguém que não treine regularmente deve tentar correr 10 quilômetros ou adotar uma rotina de treinamento de um atleta profissional.

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Riscos à beira-mar

Andar na areia com os pés descalços também pode causar lesões. Andar à beira do mar é outro dos riscos de acidentes nas férias. É uma atividade muito prazerosa, mas devemos considerar alguns perigos:

  • O solo arenoso não é uniforme, tem buracos e desníveis. Uma pisada ruim pode causar torção do tornozelo.
  • Muitas praias não estão livres de resíduos sólidos (incluindo vidro quebrado). Também é preciso considerar pedras ou conchas. Acidentalmente pisar em qualquer um desses elementos pode causar cortes e ferimentos.
  • A areia pode queimar, afinal, ela não precisa receber muito sol para aumentar sua temperatura a limites intoleráveis. As solas dos pés podem ficar cheias de bolhas se você não tiver cautela.

A recomendação é não prescindir de um bom chinelo. O mesmo acontece quando se joga futebol. Outras lesões frequentes são fraturas dos dedos após chutar uma bola sem sapatos.

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Riscos de acidentes dentro da água

Na praia ou nas piscinas, os números de acidentes aumentam de forma alarmante durante as férias de verão. Além disso, muitos com resultados fatais. O risco está na imprudência e confiança em excesso dos banhistas.

Menina nadando na piscina

Apesar de todas as advertências e, em alguns casos, até proibições, o consumo de álcool está presente em alguns dos acidentes.

Assim, para minimizar qualquer risco, não consuma álcool (ou qualquer substância psicotrópica) antes de entrar na água. A reação do corpo a possíveis situações de perigo se torna muito mais lenta e até inexistente.

Além disso, sempre respeite e siga as recomendações dos salva-vidas. As pessoas que gostam de nadar em águas profundas e viajar para praias desconhecidas, devem fazê-lo com cautela. E, além disso, devem se informar sobre o comportamento das marés.

E não se esqueça que o número de crianças envolvidas em afogamentos no verão é alarmante. Um segundo de descuido dos pais pode ser o suficiente para que uma fatalidade ocorra.

Por isso, a principal recomendação é manter as crianças constantemente monitoradas. Além disso, deve-se instruí-las sobre os riscos a que estão expostas ao entrar ou permanecer perto da água, tanto em piscinas quanto no mar.