5 erros que cometemos na hora de tomar banho

3 de julho de 2015
Talvez você tenha ficado curioso, porque não há nada mais prazeroso, relaxante e higiênico que tomar uma bela ducha pela manhã ou um banho com óleos antes de dormir.

Não há nada mais comum que tomar banho. Contudo, você sabia que, frequentemente, cometemos alguns erros sem nos darmos conta e que não são bons para nós?

Então, o que podemos estar fazendo de errado? Descubra a seguir!

1. Tomar banho muito quente

Banho-relaxante

Já sabemos, poucas coisas são tão agradáveis como tomar aquele banho bem quente quando chegamos em casa, para relaxar. Mas, o que acontece quando a temperatura está muito elevada e estivermos, por exemplo, embaixo da ducha durante uns 15 ou 20 minutos?

  • Você corre o perigo de, ao sair da ducha, ter um choque térmico e desmaiar. 
  • A água muito quente pode retirar parte de nossos óleos essenciais, aqueles que a pele precisa para se manter macia e hidratada. O que a água quente faz é abrir os poros, e esse é o momento no qual podemos sofrer uma pequena descompensação.
  • O ideal é não ficar muito tempo debaixo da água quente. Cinco ou seis minutos já são suficientes. Depois, continue o banho com uma temperatura mais morna. A água não pode queimar você!

2. Cuidado na hora de se secar

Existem aqueles que, ao terminar o banho, pegam a toalha e se secam de uma maneira muito energética e vigorosa. Se a toalha já for áspera, então estaremos prejudicando nossa pele ao fazer isso. Este processo irrita a pele aos poucos, tornando-a mais seca.

O ideal é utilizar uma toalha macia que permita secar a pele mediante movimentos circulares muito delicados, eliminando o excesso de umidade, mas sempre sem esfregar. Os roupões, por exemplo, são realmente cômodos e adequados, já que nos mantêm aquecidos e a pele se seca quase sem nos darmos conta.

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3. Cuidado com as toalhas

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Em certos casos o perigo nas toalhas não está somente no fato delas serem ásperas e irritarem nossa pele. Outro de seus riscos é ser um ambiente mais do que propicio para o cultivo de bactérias e germes. A razão? A umidade que tende a ficar entre suas fibras, caso não estiverem completamente secas.

Não basta a toalha ter um cheiro bom. Existe a possibilidade de serem muito velhas, já saturadas dos químicos de nossos sabões, o que pode causar pequenas reações alérgicas em nossa pele. Logo que, o ideal é serem renovadas de tempos em tempos para evitar imprevistos e problemas de saúde.

4. O risco de usar muito sabonete

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Não é a mesma coisa tomar um banho quando suamos muito, após realizar exercícios físicos, que se apenas quisermos tomar aquela ducha para começar o dia. Ou seja, tudo dependerá de cada pessoa, mas aqueles que utilizam sabonetes com perfume em excesso, mesmo que cheirem muito bem, em muitos casos possuem uma alta quantidade de álcool e outros químicos que alteram o pH da pele, cujo papel é defender de modo natural contra agentes externos como ácaros, bactérias ou outros microrganismos.

O mais recomendável? Utilizar a quantidade ideal de sabonete misturado sempre com água. E outro ponto: se forem sabonetes naturais, como o da imagem acima, muito melhor.

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5. Cuidado com as esponjas

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Este dado é curioso e vale a pena ficar sabendo. De acordo com os dermatologistas, o mais ideal e saudável para nossa pele seria utilizar esponjas em nossos banhos somente duas vezes por semana e secá-las com luz solar depois de serem utilizadas, para evitar assim a colonização com fungos que podem causar infecções, micoses ou foliculite.

  • O mais prático é aplicar o sabonete com a mão e na quantidade indicada anteriormente. Utilize um sabonete feito de forma natural com glicerina e aveia, que permite cuidar todos os dias de sua pele. Passe o sabonete pelo corpo sem usar a esponja.
  • Além disso, e somente em dois dias da semana, é realmente útil realizar uma esfoliação com uma esponja adequada, como a esponja vegetal. Deste modo eliminamos células mortas e restabelecemos o equilíbrio de nossa epiderme.

Lembre-se sempre destes simples detalhes quando for tomar banho. Eles serão muito úteis!

Cardili, R. N., Melo, J. M., Arruda, L. K., Roselino, A. M., Moreno, A. S., & Castro, A. P. M. (2013). Dermatite atópica e filagrina : restaurando barreiras para o controle da doença. Braz J Allergy Immunol.