4 dicas para evitar a dermatite de fralda

· 31 de março de 2019
A dermatite de fralda é uma condição comum em bebês de até um ano de idade. A responsabilidade dos pais é evitar que o bebê seja afetado por esse problema.

Saber evitar a dermatite de fralda nos bebês é uma das coisas mais importantes que toda mãe deve saber (principalmente as de primeira viagem). Esta é uma doença de pele ou erupção cutânea que se manifesta na área coberta pela fralda.

Geralmente, aparece na parte inferior do abdômen, nos genitais, nas nádegas e na porção superior das coxas, devido à sua exposição direta ao contato de substâncias irritantes. Esta condição é frequentemente apresentada pelo bebê em seu primeiro ano de vida.

Diagnóstico e causas da dermatite de fralda

O diagnóstico de dermatite é feito pelo exame físico. Os sintomas desta patologia incluem o aparecimento de lesões cutâneas nas áreas que têm contato direto com a fralda. Suas principais causas são:

  • Em primeiro lugar, a sensibilidade da pele do bebê ao toque da fralda.
  • Também, o contato prolongado com urina e fezes.
  • Por outro lado, o pH alterado de urina e fezes.
  • Além disso, umidade.
  • Finalmente, higiene pouco adequada.

Dicas para evitar a dermatite de fralda

Mãe checando dermatite de fralda no bebê

Se você notar vermelhidão das áreas genitais e nádegas do seu bebê, é porque a dermatite de fraldas está começando. Esta condição pode ser evitada tomando as medidas no momento certo. Aqui estão algumas dicas para evitar as assaduras.

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1. Lave a área íntima

Lave a área coberta pela fralda com muita água morna após cada troca. Ao realizar essa atividade, recomenda-se não colocar sabão. Em caso de necessidade, podemos usar o pH neutro.

Em seguida, a área deve ser seca suavemente e sem esfregar. Se possível, deixe a área ao ar livre. Evite usar com frequência panos umedecidos que contenham álcool ou fragrâncias fortes.

2. Troque a fralda

Por outro lado, é muito importante que você troque a fralda frequentemente, pelo menos a cada três horas durante o dia, em casos que só houver urina. À noite, se possível, mude a cada 5 horas. Além disso, lembre-se de que é necessário fazer a troca toda vez que o bebê defecar.

Tenha cuidado ao colocar as fraldas, verifique se não está muito apertada. Isso pode fazer a fralda roçar a pele da criança e causar irritação. No momento da compra das fraldas, verifique os componentes da embalagem, pois existem alguns modelos para pele sensível ou superabsorventes.

3. Use cremes protetores

Primeiramente, aplique cremes protetores em todas as áreas necessárias a cada troca de fralda. Estes devem ser à base de água e os componentes devem ter uma função adstringente, como o óxido de zinco. Esses cremes formam uma camada à prova d’água na pele.

É melhor aplicá-las após cada limpeza da área, pois elas servem como uma barreira protetora entre a fralda e a pele. Isso evita o aparecimento de irritações. Eles podem ser comprados em farmácias ou supermercados ou você pode experimentar receitas caseiras.

4. Mude a alimentação

Dermatite de fralda

Sem dúvida, é importante que você mantenha um registro dos novos alimentos que o bebê consome, uma vez que alguns deles podem dar origem a uma alteração do pH das fezes. Se você perceber que a dermatite de fralda está aparecendo, suspenda seu uso imediatamente.

Também tem o mesmo efeito se o bebê estiver sendo amamentado no peito. Nesse caso, a mãe deve acompanhar os alimentos e remédios que consome. Além disso, você deve consultar o especialista no momento em que puder introduzir o alimento novamente em sua dieta diária.

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É muito importante seguir as recomendações para evitar assaduras e prevenir o aparecimento dessas lesões. Caso contrário, elas podem se tornar infecções e, muitas vezes, causar desconforto às crianças pequenas.

Finalmente, a dermatite de contato é característica em crianças de até 12 meses. Não há responsabilidade direta sobre os pais caso seu filho sofra com esse problema.

No entanto, você deve seguir estas dicas para evitar que seu filho sofra dessas lesões. Além disso, se mantiver a higiene adequada, não precisará ir ao pediatra para ele recomendar tratamentos para o problema. Lembre-se, é melhor prevenir do que remediar.