Seu corpo é um grande aliado para superar medos

31 de maio de 2018
Ao invés de recorrer a um remédio para aplacar essa dor nas costas ou de cabeça recorrente, pergunte-se se sua origem não está nas preocupações ou em algum assunto não resolvido.

Superar medos pode parecer simples na teoria. Porém, não é tanto quando tentamos pôr isso em prática, pois os medos nos fazem dar enormes passos para trás, para evitarmos enfrentar as emoções dolorosas que terminarão nos abordando.

Em ocasiões, nos encontramos lamentando porque não somos capazes de superar medos por nós mesmos. Clamamos por ajuda e colocamos a culpa em outros ou no azar.

Não nos damos conta de que a solução e a explicação ao nosso sofrimento estão em nós mesmos.

As emoções que reprimimos, o corpo somatiza

Os medos podem nos provocar doenças

Às vezes, temos ansiedade de repente ou passamos dias sofrendo uma terrível dor de cabeça que parece que nunca acaba.

Odiamos tanto a sensação de estar mal, de nos sentirmos péssimos, que nos concentramos em nossa dor sem tentar analisar o que acontece e o que pôde fazer com que estivéssemos sofrendo agora.

A ansiedade pode ter sido o resultado de experiências relacionais nas quais temos medo de perder a outra pessoa ou a possibilidade de que nos abandonem.

A dor de cabeça que sofremos pode ter sua origem emprecauções excessivas e que não nos levavam a nenhum lugar, sobre determinados elementos que ainda continuam presentes em nossa vida.

Acreditamos que o corpo e a mente estão separados, mas não nos damos conta de que, o que não conseguimos liberar de alguma maneira, termina se manifestando em nosso corpo como um sinal de alerta.

Não é que nosso corpo queira danificar a si mesmo, mas sim que está nos avisando que há algo que precisamos mudar. Porém, o que fazemos na maioria das vezes? Ignoramos as advertências.

Superar medos é importante para evitar mergulhar em loops autodestrutivos

Superar medos é importante para sentir bem-estar geral

Superar medos, olhá-los na cara e deixar de ignorá-los é imprescindível para evitar que mergulhemos em um loop de dor e autodestruição.

Nossos medos não se irão sozinhos, precisam que os enfrentemos, que encontremos uma solução para eles. Os medos permanecem ou desaparecem segundo as decisões que tomemos.

É verdade qu eolhar os medos de frente dói logo de cara. A dor é tão intensa que nos incentiva a correr, fugir dessa sensação tão desagradável que faz com que nos sintamos tão mal.

Porém, não resistir e optar por escapar fará com que os medos continuem ali, que pouco a pouco cresçam e que suas manifestações em nosso corpo se tornem cada vez mais presentes.

Um broto de ansiedade pode derivar em um eczema na pele. Uma dor de cabeça pode terminar sendo uma enxaqueca insuportável.

Dar as costas aos nossos medos e nos mantermos em uma situação que nos causa uma grande infelicidade transforma as pessoas em cinzas, carentes de cor e de brilho.

Escutemos a nosso corpo, e o usemos como um impulso

Pessoa feliz porque conseguiu superar os medos

Que tal se começamos a escutar nosso corpo? A deixar de fazer ouvidos surdos e escutar atentamente o que é que temos que enfrentar?

Pode ser que seja dizer o que pensamos a alguém, romper uma relação que está nos causando muito dano ou mudar de forma radical a maneira como estamos vivendo.

Utilizemos a informação que nosso corpo pode nos dar para ganhar vantagem sobre nossos medos e assim saber como podermos enfrentá-los e que, pouco a pouco, a força que eles têm hoje vá se perdendo.

Temos que ter bem presente que os medos são apenas medos. Em ocasiões, eles se quer são reais, mas sim os criamos devido às inseguranças e crenças errôneas que alojamos em nossa mente.

Sejamos corajosos. Tomemos a dor de nosso corpo como um aliado. Não tentemos aplacá-lo com remédios que só conseguirão paliar o incômodo de forma momentânea.

Se persistir, é porque estamos resistindo a algo. Abramos bem os ouvidos, analisemos as situações às quais enfrentamos recentemente, como estamos agindo.

Nosso corpo nos dirá se estamos indo ou não pelo caminho correto.