Quais são os sinais de alerta de câncer de pele e como agir?

· 2 de abril de 2018
Embora a prevenção seja fundamental, existem alguns sinais de alerta de câncer de pele que podem nos ajudar a obter um diagnóstico precoce em caso de suspeita.

O câncer de pele é um dos tumores mais comuns. Quando é detectado a tempo, também é um dos mais curáveis. Por isso é importante ficar atento aos sinais de alerta de câncer de pele.

A incidência desta condição grave cresceu consideravelmente nos últimos tempos.

A principal razão para esse aumento é a falta de bom senso quando nos expomos a raios ultravioleta (seja solares ou artificiais, através de câmaras de bronzeamento).

O novo paradigma de beleza identificado como “bronzeado perfeito”, além de um certo nível de histeria coletiva na tentativa de alcançá-lo, também conspirou para os maus-tratos generalizados contra a pele.

Como agir para prevenir o câncer de pele?

Consulta com dermatologista

A maioria dos especialistas concorda que não se trata de se esconder completamente do sol, nem precisamos desistir do sonho de conseguir o bronzeado desejado.

O que se pede às pessoas é sensatez, sanidade e responsabilidade com seu próprio bem-estar.

O uso de protetores solares deve ser parte da rotina de todos aqueles que realizam atividades em plena luz do dia, fora dos espaços fechados.

Para usar esses produtos, não é necessário ir à praia: a ação prejudicial dos raios ultravioleta é tão letal nas cidades quanto nas montanhas ou no litoral.

Todos os atletas que praticam suas atividades ao ar livre e ao sol também devem tomar medidas para proteger a saúde da derme e prevenir o câncer de pele.

Os cuidados na praia

Na praia, o cuidado deve ser extremo. Os produtos de proteção devem ser aplicados pelo menos 30 minutos antes de ser expor ao sol.

Além disso, devem ser aplicados regularmente a cada duas horas, depois de sair da água ou depois de praticar alguma atividade física que promova a transpiração.

  • As câmaras de bronzeamento não devem fazer parte de uma rotina estabelecida.
  • Seu uso excessivo pode gerar os mesmos problemas que andar no sol, na praia, ao meio-dia sem usar protetor solar. Ou seja, aumenta a probabilidade de um possível de câncer de pele.

As roupas e alguns acessórios, como chapéus, são igualmente úteis para proteger o corpo da ação direta e sem filtros dos raios ultravioleta.

Pintas e melanomas

Consulta dermatológica

Manter todos os sinais na pele sob constante observação é uma das formas mais eficientes de detectar o possível aparecimento desta doença.

Ao menor sinal de uma mudança visível a olho nu, todos os sinais de alerta de câncer de pele devem ser disparados. Da mesma forma, a consulta a um médico especialista deve ser agendada o mais rápido possível. 

Não podemos esquecer que alguns melanomas aparecem após a evolução imprópria de uma pinta.

Algumas das mudanças indesejadas que as pintas podem apresentar são:

  • Aumento de tamanho
  • Formas assimétricas
  • Bordas não uniformes

Além disso, também podem começar a coçar e sangrar.

Em alguns casos, os sinais que eram de uma só cor (preto ou marrom) começam a adquirir tonalidades vermelhas, azuis ou brancas.

Outros sinais de alerta de câncer de pele

As pintas não são os únicos elementos na pele que exigem vigilância  O aparecimento de novas manchas, protuberâncias, feridas ou alterações na textura (áspera ou extremamente suave ao toque) também merecem atenção.

As áreas que sangram ao menor contato, bem como feridas que não cicatrizam, também devem ser verificadas por um especialista para minimizar os riscos.

Fatores de risco além dos raios UV

Fatores de risco do câncer de pele

A exposição irresponsável à luz solar ou o uso frequente de cabines de bronzeamento são os principais motivos para o desenvolvimento de câncer de pele. No entanto, eles não são os únicos fatores de risco.

Outras questões que não podemos ignorar incluem:

  • Predisposição genética
  • Tratamentos de radioterapia
  • Uma dieta desequilibrada também afeta negativamente a saúde da pele, bem como sua capacidade de se defender e se regenerar.
  • Fumar é outro fator de alto risco. Fazendo isso na praia, desprotegido do sol e ao meio dia, aumenta ainda mais o perigo.
  • Evite o contato direto com alguns produtos químicos altamente agressivos, como arsênio, alcatrão, parafina e alguns óleos industriais.
  • Lesões cutâneas, inflamações ou queimaduras, principalmente se não estiverem bem curadas.

A insolação, comum no verão, pode ser inofensiva desde que seja atendida oportunamente por um especialista, por ser um fator de risco para o câncer de pele.

A detecção precoce é fundamental para superar a doença. Antes de qualquer comportamento paranoico, os sinais de alerta de câncer de pele que podem surgir na pele devem sempre ser atendidos sem demora.